Mesmo com ordem judicial, suspeito volta a ameaçar ex e acaba preso em Pontal do Araguaia
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Barra do Garças, cumpriu na manhã desta terça-feira (03) mandado de prisão preventiva contra um homem de 36 anos, investigado por descumprimento de medida protetiva de urgência requerida por sua ex-companheira.
- Categoria: Geral
- Publicação: 03/03/2026 13:35
- Autor: Fonte: COMANDO GERAL
Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Barra do Garças, cumpriu na manhã desta terça-feira (03) mandado de prisão preventiva contra um homem de 36 anos, investigado por descumprimento de medida protetiva de urgência requerida por sua ex-companheira.
De acordo com as informações apuradas, no dia 16 de fevereiro deste ano, a vítima, de 44 anos, registrou ocorrência relatando que havia recebido mensagens ameaçadoras enviadas pelo ex-marido, ocasião em que requereu medidas protetivas. No dia seguinte, o Poder Judiciário deferiu as medidas de proteção, sendo o investigado devidamente notificado da decisão.
Mesmo ciente das determinações judiciais, o suspeito voltou a encaminhar mensagem em áudio à vítima, afirmando que a medida protetiva não a impediria de sofrer represálias. Diante da nova ameaça, a mulher procurou novamente a unidade policial para comunicar o descumprimento da ordem judicial.
Com base nas informações reunidas, a autoridade policial comunicou o fato ao Ministério Público, que representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido foi deferido pelo Poder Judiciário da Comarca de Barra do Garças, com a expedição do respectivo mandado.
Na manhã desta terça-feira (03), a equipe de investigação localizou o suspeito em uma residência no bairro João Rocha, no município de Pontal do Araguaia, onde deu cumprimento à ordem judicial. Após a prisão, ele foi conduzido à delegacia para as providências legais cabíveis.
O investigado será submetido à audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça. As investigações seguem sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher.
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