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Virginia Mendes reitera defesa da prisão perpétua após morte brutal de adolescente : “Não tem outra saída para acabar com monstros”

A ex-primeira-dama de MT, Virginia Mendes, voltou a defender a adoção da prisão perpétua para crimes hediondos após a morte da adolescente Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, vítima de uma brutal agressão atribuída ao próprio pai, em Várzea Grande.
  • Categoria: Geral
  • Publicação: 09/06/2026 14:24
  • Autor: PRIMEIRA HORA AGÊNCIA DE NOTÍCIA

Em publicação nas redes sociais, Virginia compartilhou, ao lado do ex-governador Mauro Mendes, uma mensagem de luto e indignação diante da tragédia. O casal lamentou a morte da adolescente e destacou a necessidade de punição rigorosa ao responsável pelo crime.

“Uma criança cheia de sonhos que teve a vida interrompida brutalmente pelo próprio pai”, escreveram.

Na mensagem, Virginia e Mauro ressaltaram a dor causada pelo caso. “Como pais de uma menina da mesma faixa de idade, podemos imaginar o tamanho da dor e da revolta. Nada trará ela de volta. Mas a Justiça precisa ser feita com rigor máximo ao autor de tamanha covardia que chocou e entristeceu a sociedade mato-grossense nesta semana. Que Deus possa dar força e alento a essa mãe nesse momento inimaginável de sofrimento”, afirmaram.

Ao comentar o crime, Virginia Mendes voltou a defender mudanças mais severas na legislação penal brasileira. “Não tem outra saída para acabar com monstros. Prisão perpétua para quem comete crimes bárbaros contra mulheres, crianças e idosos”, declarou.

A defesa da prisão perpétua tem sido uma pauta recorrente da ex-primeira-dama, que ao longo dos últimos anos tem manifestado preocupação com o aumento da violência contra mulheres, crianças e pessoas idosas, cobrando punições mais duras para autores de crimes considerados cruéis e de grande repercussão social.

O caso

Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, morreu após ser brutalmente agredida na noite de domingo (7), no bairro Serra Dourada, em Várzea Grande. O principal suspeito é o pai da adolescente, de 42 anos, que foi preso em flagrante pela Polícia Civil e autuado por feminicídio.

De acordo com informações apuradas pelas autoridades, a mãe da menina foi quem a encontrou desacordada no chão do quarto da residência onde ela estava com o pai. Olga foi socorrida e encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Verdão, em Cuiabá, apresentando diversas lesões pelo corpo. Apesar dos esforços médicos, ela não resistiu aos ferimentos e morreu.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias e a motivação do crime.